A pesquisa Neokemp, divulgada em 1º de outubro, ouviu 1.008 eleitores entre 29 de setembro e 1º de outubro, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais. No cenário estimulado, os números foram:
Os demais candidatos ficaram abaixo de 1%.
Outra pesquisa recente, da RealTime Big Data, divulgada em 29 de setembro, apresentou Moro com 36%, Sandro Alex com 28% e Requião Filho com 23%. A diferença em relação à Neokemp mostra como os números variam conforme instituto, metodologia e período de campo.
A pesquisa Neokemp divulgada em 1º de outubro, considerando a soma dos dois votos para o Senado e redistribuindo o resultado para 100%, apontou:
Foram 1.008 entrevistados, margem de erro de 3,1 pontos e registro PR-05600/2026.
Há, porém, uma questão jurídica importante envolvendo Deltan Dallagnol: o TSE recebeu recurso contra o registro de sua candidatura e ele continua impedido de fazer campanha enquanto o processo não é julgado.
A pesquisa mais recente que encontrei é a Neokemp/OCP News, realizada em 30 de setembro com 1.008 eleitores.
No cenário estimulado:
A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com 95% de confiança e registro SC-05312/2026. Em votos válidos, Jorginho aparece com 60,6%.
Na mesma pesquisa, para as duas vagas:
Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin aparecem dentro da margem de erro.
O Datafolha, divulgado em 1º de outubro, ouviu 1.610 eleitores entre 28 e 30 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais.
No primeiro turno:
Brancos, nulos e nenhum somaram 7%, e 3% não souberam responder.
Também pelo Datafolha, para as duas vagas ao Senado:
Com margem de erro de 2 pontos percentuais, os quatro estão dentro da mesma faixa estatística. A pesquisa ouviu 1.610 pessoas em 65 municípios.
Um levantamento da Quaest, divulgado em 29 de setembro, havia apresentado outro retrato: Derrite com 18%, Marina e Tebet com 15% cada e André do Prado com 12%